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TESTE TECNOLÓGICO PARA O CENSO 2017: INE procede ao processamento de dados recolhidos em Zitundo e Maputo

O Instituto Nacional de Estatística (INE), vai proceder esta semana o processamento dos dados recolhidos no quadro do teste tecnológico inserido na preparação do IV Recenseamento Geral da População e Habitação – Censo 2017. A operação visa aferir a praticabilidade do uso de instrumentos informáticos no processamento de dados que serão recolhidos no quadro desta importante operação estatística.

O teste, que teve lugar semana passada, consistiu na recolha de dados junto de agregados familiares nas áreas seleccionadas. A acção abrangeu dois bairros da Cidade de Maputo, designadamente Chamanculo e Central, bem como os povoados de Puza, Ndlovu, Gogoza e Chicuculo, no Posto Admnistrativo de Zitundo, Distrito de Matutuine. Terminada a recolha, o processamento de dados será feito através da leitura óptica (scâner), dos boletins dos agregados familiares.

Para se inteirar do processo de recolha de dados no terreno, a Presidente do INE, Dra. Maria Isaltina de Sales Lucas, acompanhada do Vice-presidente para o Pelouro Demográfico, Dr. Manuel da Costa Gaspar, acompanhou, semana passada, algumas equipas de recenseadores incumbidas de entrevistar Agregados Familiares no Posto Administrativo de Zitundo.

Inovação tecnológica

O Censo 2017 será marcado pela modernização dos processos de actualização cartográfica e processamento de dados. Com efeito, a actualização da cartografia censitária será efectuada com recurso ao uso de tablets com GPS – Global Position Sistem, ou Sistema de Posicionamento Global, para a demarcação das chamadas áreas de enumeração, georreferenciação dos agregados familiares, habitações, assim como infraestruturas sociais (escolas, hospitais, mercados, fontes de abastecimento de água, entre outras).

Para o processamento de dados será utilizada, pela primeira vez no País, a chamada leitura óptica, também conhecido por scanner. O uso desta tecnologia apresenta vantagens tais como facilidade e rapidez do processamento de dados, permitindo que a informação seja disponibilizada num espaço de 12 meses contra os 24 meses do censo anterior, bem como a redução de erros de digitação e maior qualidade de dados.